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Archive for the ‘Comportamento’ Category

Lendo blog do Ricardo Jordão deparei-me com o seguinte artigo: Eu não dou conta do recado. O que eu faço?. E parei pra pensar no meu blog. Meus textos sempre incentivam as pessoas a perseguirem seus sonhos e olhando para as minhas metas, percebi que alguns objetivos são conflitantes. Pior, tem coisas que não conseguirei fazer. Mas quando é a hora de desistir? Quanto esforço desprender para atingir um objetivo? Quando é hora de parar?

O fato é que apesar de termos diversos objetivos, devemos ter prioridades e perceber o que é realmente um sonho e o que é apenas um capricho. Existem mudanças que não tem futuro/sentido e objetivos que em algumas circunstâncias se tornam quase  inalcançáveis (nada é impossível). Tudo é uma questão econômica, o bom e velho custo x benefício. Qual o preço a pagar para realizar um sonho? Abandonar a família? Deixar de realizar outros sonhos? Perder sua própria identidade? (viu Dilma LULA Rousseff, JoZÉ Serra e GERALDO Alckmin)

Quem me conhece sabe que atualmente estou fazendo cursinho para prestar Direito, coisa que desejo desde 2002, e em meus devaneios cogitei a possibilidade de tornar-me um magistrado (Juiz). Acontece que para realizar esse sonho tenho que me dedicar por, no mínimo, 8 anos MAS o meu maior objetivo é conquistar minha independência financeira antes dos 45 (em 17 anos).  Pergunta: Vale a pena me preparar 8 anos para uma carreira que posso “abandonar” pouco tempo depois? Tempo é o meu recurso mais limitado, será que eu não poderia utilizar esse tempo para fazer aulas de teatro, dança ou música?

Outro problema encontrado é quando somos bons em uma coisa e queremos outra que somos péssimos.  Mais uma vez, me usando como exemplo, sou um bom baterista, toquei muito tempo nas noites paulistanas, mas por algum motivo (carregar 100kg de equipamento, ser o primeiro a chegar e o último a sair, barulho excessivo…) resolvi que quero tocar violão, e estou tentando isso sem sucesso a mais de um ano. Não seria melhor voltar a tocar bateria e me tornar um baterista top do que insistir em ser alguém medíocre (na média) no violão?

No primeiro caso, resolvi fazer o cursinho (estou adorando relembrar dos logs, platelmintos, revoluções, Sargentos de Milícias, cossenos…) e tentar passar na USP aproveitando o que eu considero ser meu auge intelectual, garantindo assim uma vaga na faculdade que eu quero.

Sobre o violão, eu me divirto aprendendo a tocar, volta e meia alguma música sai aceitável. E cada dia estou melhor. Não sei se conseguirei superar o Billie Joe, Joe Perry ou o Slash. No dia que isso começar a atrapalhar minha vida eu penso (procrastinação).

Um sonho que tive que deixar de lado  foram minhas empresas. Como quase me casei, tive que conquistar uma vida mais estável, ao custo do meu espirito empreendedor se remoendo dentro de mim. Algum dia eu retorno a essa jornada.

Obstáculo é aquilo que vemos quando desviamos nossos olhos de nossos objetivos – Henry Ford

Mas e vocês, já abriram mão de muitas coisas? Estão insistindo em mudanças sem futuro?

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É com imenso prazer que público aqui um texto de Diogo Guedes, do blog A Semente e o seu Desenvolvimento. Ele é um comentarista assíduo desse blog e tem uma visão muito boa sobre planejamento. Segue o texto na integra.”

Em Junho de 2009 tive a oportunidade de assistir no Brasil a um Seminário do Deepak Chopra, The Soul of Leadership (A Alma da Liderança), no qual ele nos falou sobre a importância de termos uma Declaração de Missão (um Objetivo de Vida).

A Declaração de Missão é mais do que uma poderosa ferramenta para atingir objetivos, é conhecer mais de si mesmo. De forma a nos propiciar entender o real motivo de estarmos aqui (que não é definitivamente acumular bens materiais). Ele comentou sobre algumas características dessa Declaração, sendo uma frase onde estejam expressas suas aspirações, visões e escolhas a respeito da vida. Essa deve ser simples e concisa. A qual até uma criança seja capaz de entendê-la, além de poder ser declarada até mesmo durante o seu sono.

Muito tempo depois eu fui refletir novamente sobre essa Declaração, isso havia ficado em segundo plano, pois, eu havia aprendido muito naquele dia e precisava de tempo para absorver tanto conhecimento (tolice da nossa mente, em achar que temos alguma limitação de tempo e quantidade para apreender algo, em um nível mais profundo tudo sabemos, estamos apenas relembrando). Como num processo inverso primeiramente eu criei minha Declaração de Missão, e depois eu comecei a observar as consequências benéficas implícitas que ela me trouxe.

À partir do momento que temos que realizar algo tão importante e profundo, temos que parar e analisar absolutamente tudo a nossa volta e em nós mesmos, os acontecimentos do passado, os sentimentos envolvidos, tudo o que está ocorrendo no presente e o mais importante, o que queremos do futuro. Ao terminar minha frase de Declaração, eu percebi muito do que estou fazendo de errado em atitudes, pensamentos, onde estou focando meu tempo, quais os pilares estão sustentando minha motivação diária, quais sentimentos eu estou escolhendo sentir…

Quando declaramos nossa missão, de certa forma assumimos um compromisso com nós mesmos, uma espécie de lembrete positivo que nos puxa para algo maior. Algo que escolhemos ser e viver que nos trará felicidade. É interessante esse processo, onde dedicamos tempo ao nosso verdadeiro Eu, e todo tempo que dedicamos em nos conhecer, melhorar e evoluir é um tempo bem aplicado.

Não importa o quão difícil ou distante estejamos da nossa Declaração de Missão, quando eu criei a minha eu fiquei envergonhado em publicar, pois, parecia algo tão nobre, tão indigno de alguém como eu desejar, tão prepotente, algo que somente pessoas iluminadas podem desejar, além do medo da responsabilidade (eu sabia que as coisas começariam a acontecer para que o desejo tomasse vida). Entretanto, eu me lembrei que tenho o direito de sonhar, desejar e ousar o que eu quiser, os erros do meu passado não podem me impedir de transformar meu presente e o meu futuro.

Minha Declaração de Missão (eu me permito mudar de idéia – risos): Ser um grande Comunicador, onde através das minhas ações, palavras, conhecimento, imaginação e amor eu toque as pessoas para trazer a tona o melhor de cada um.

Diferentemente de uma meta a ser “batida”, nossa Declaração de Missão é algo constante que evolui e flui em direção a Fonte (Deus), viver nela é felicidade incondicional. Metas são interessantes para gerar indicadores de sucesso, todavia, quando falamos do nosso Objetivo de Vida as coisas são diferentes, mais profundas, significativas, valorosas e muito mais interessantes. Tentar mensurar e quantificar sentimentos como a felicidade e amor são perda de tempo, quando tentamos fazê-lo temos implícitos nessa ação medo, insegurança, comparação, aceitação, indícios de que o Ego está agindo mais do que deveria.

Rever nossa Declaração de Missão é voltar aos eixos, pode ser um balde de água fria (quando notamos que estamos fazendo “tudo errado”), água revigorante (quando nos sentimos cansados pelo bom combate), fluxo de água (quando precisamos entender o quanto os problemas que temos atualmente são pequenos e passageiros), água fresca (quando precisamos de inspiração e força para continuar), são inúmeras as formas de aprendizado que ela pode assumir, individualizadas a cada um para se adequar ao que o momento requer.

Atualmente quando leio a minha Declaração, eu vejo que somente em alguns momentos eu sigo em direção a ela, são muitos tropeços e quedas, consequências das minhas atitudes, mas, então eu me recordo que não é o mergulho em um “mar de lama” que mata alguém asfixiado, e sim permanecer lá embaixo.

Por vezes perguntamos aos nossos corações o que fazer, qual o caminho correto? E não escutamos a resposta pela turbulência da nossa mente. Nesse momento temos nossa Declaração de Missão, que irá nos indicar qual o Caminho de Luz que devemos seguir, como transpor e apreender cada lição. Crie com amor sua Declaração de Missão, e permita que o Universo se encarregue dos detalhes e do caminho até ela.

“Quem começa uma jornada, está um passo mais próximo do destino” – Desconhecido

Diogo Guedes “

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Nada

O Nada, não é inocente, ele carrega grandes riscos potenciais.

Existe um custo de oportunidade em cada coisa que você pode fazer, incluindo o Nada. Aliás, fazer nada é o risco mais alto e traiçoeiro que você pode ter, porque ele é invisível…. Invisível, mas é calculável.

Vamos supor por exemplo que você queira conversar com a “mulher da sua vida”, ou não. Você pode não fazer nada, e continuar sem ela, ou você pode agir… Ir falar com ela, bater um papo e descobrir que ela não é mais a mulher da sua vida. Mas algo acontece nesse ponto. Se você agir, tem 50% de conseguir algo contra 50% de quebrar a cara. Ficando sem fazer nada, você perdeu MUITO (100% de perda) tá certo vocè preservou um pouco do seu auto-respeito e amor próprio, mas homem não tem essas coisas, você perdeu uma boa conversa, informação, experiência e quem sabe, A SUA MUSA INSPIRADORA.

Numericamente falando, se você tivesse 10000 reais a um ano, teria várias maneiras de aplicar esse dinheiro. Bolsa de valores, poupança, CDB, imóveis, consórcio… vamos analisar:

Se você investisse 10000, 12 meses atrás: (*tudo baseado nos últimos 12 meses)

Nada(0%a.m.): 10000
Inflação(0,37%a.m.): 10420
Poupança(0,54%a.m.): 10610
CDB(0,73%a.m.): 10833
Bovespa(2,13%a.m.): 12609

Por baixo, se você não fizer nada, não significa que você ficou no 0 a 0. A inflação comeu 420 reais de você. O fato é, se você tivesse tomado o pior caminho no cenário acima, que seria investir na poupança, vc passaria de -420 para +190.

Agora na parte de metas, como já dizia Cazuza, “O Tempo Não Para”, cada dia que você ficou parado, é um dia a menos para atingir seus objetivos. Se você não correr atrás dos seus objetivos hoje, eles irão continuar distantes de você. Este ano, eu quero tirar uma certificação. Se eu não estudar 30 páginas por dia até o dia da prova, terei que estudar 600 páginas em uma semana. Será que eu consigo?

O importante é arriscar, assumir os riscos e as conseqüências, mas fazer. Só acerta quem tenta.

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe… Oscar Wilde

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Por ser da área de TI, eu tive uma matéria chamada “Inteligência Artificial”, que consiste basicamente em fazer um programa que funciona como um… cachorro, ou seja, baseado em reforço positivo e negativo. Os reforços funcionam com cachorros, com computadores e com seres humanos.

Mas o que são os reforços? O reforço positivo, seria a recompensa, e o reforço negativo seria o castigo. Ao adestrarmos um cachorro usamos isso quando damos um petisco ao ele dar a patinha (recompensa) e quando queremos esganar o filha da puta aquele ser tão dócil que fez xixi em cima da nossa cama. As crianças também passam muito por isso, quando queimam a mão no fogão (apesar da mãe avisar que queima), quando tiram um 10 e ganham um brinquedo dos pais… Os reforços estão ai: Multas, promoções no emprego, leis, dores, reconhecimento,  punições, comemorações, viagens.

Então, você já deve ter percebido o porque que eu estou falando disso certo? Tudo que eu passo para os leitores do blog está ligado com adaptabilidade. O ambiente está ai, as barreiras, os reforços, o medo, e cabe a nós, usarmos o ambiente de maneira que este, nos ajude a alcançar o nosso objetivo.

A esta altura do campeonato, você já deve ter seus objetivos bem definidos. Portanto, para cada passo dado, cada item que você conseguir completar, permita-se um agrado. Óbvio que isto tem que ser moderado, Se sua meta é economizar R$ 5000,00 não vá se dar um presente de R$10000,00 depois, você não estará sendo razoável. Algumas mulheres (mãe. irmã, ex…), tem a mania de fazer regime e no sábado, por terem perdido 100 gramas, se dão de presente um monte de sobremesas! O ideal até, é que sua recompensa não esteja ligada com o seu esforço (Ganhar promoçao e se dar uma viagem, emagrecer e comprar um video-game).

Da mesma maneira, você pode se castigar (não é pra você ficar se açoitando) tirando coisas que você gosta de fazer enquanto você não atingir os objetivos. Eu sou muito fã de cervejas, mas fiquei um tempo sem tomá-las até conseguir passar num teste para o qual eu estava estudando.

Os reforços exigem disciplina, mas são uma maneira muito eficiente de se ater aos seus objetivos. Com suas metas definidas, estabeleça um  reforço positivo e um negativo para cada uma delas.

Novamente, meus exemplos pessoais: Este ano, quero estar com 25% do meu apartamento quitado. Como reforço positivo, após essa meta, me permitirei trocar de carro, mas enquanto não conseguir, não posso comprar nenhuma outra coisa, salvo emergências (roupa para algum casamento). Com isso, eu quero atingir essa meta, para poder trocar de carro, e também eu quero me livrar desta meta para poder comprar meus gadgets (brinquedinhos hitech).

GO FOR IT!

Vencer os outros não chega a ser uma grande vitória. Vitorioso é aquele que consegue vencer a si mesmo, o que é muito mais difícil.
Ela requer mais coragem, mais disciplina e mais decisão.O simples fato de tentar de novo já será sua primeira vitória. Autor desconhecido

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Compromisso público

É incrível como algumas vezes nós perdemos nosso foco. Isso aconteceu comigo nesses últimos três meses e ainda bem que tenho “O Plano” para me recolocar na direção correta. Nesses últimos três meses minha vida mudou MUITO. Comecei uma nova fase profissional onde conheci muitas pessoas que valem a pena, minha madrinha foi pra UTI, terminei um namoro de 9 anos, viajei muito, fiz vários mergulhos e comecei a freqüentar a política e entender como algumas coisas funcionam. Agora chega de desculpas e vamos ao que interessa!

Compromentimento e compromisso

Compromisso é em linhas gerais uma obrigação; Comprometimento é a qualidade de ater-se às escolhas feitas. Entendeu? Uma pessoa compromissada é aquela que tem muitas obrigações, uma pessoa comprometida é aquela que vai até o fim em suas obrigações! (Mais fácil assim)

Uma das maneira que eu uso para me motivar a fazer as coisas, é falar para todo mundo o que eu vou fazer! A não ser que você seja político não de valor a sua palavra, o que você diz deve valer alguma coisa. Quando eu digo a todos que pretendo entrar na Direito São Francisco (USP) este ano, crio (pelo menos para mim) uma obrigação de me empenhar para atingir este objetivo.

Mas e se eu não cumpro minhas promessas?

As pessoas precisam aprender a ter “Palavra de Homem” (coisa do meu pai) se você se comprometer a sair com seu amigo num domingo chuvoso a noite e pra um lugar que você odeia, VÁ SAIR COM O SEU AMIGO; Mas e se aquela loira linda e gostosa te chamou de última hora? VÁ SAIR COM O SEU AMIGO!!! Primeiro que a loira vai perceber que você não é um cachorrinho adorar sua postura e ficar intrigada do por que você a rejeitou (e vai querer você de novo!), segundo porque você não deixará seu amigo na mão!

E ai, o que você quer fazer esse ano?

Vá fundo, me diga seus planos, comprometa-se!

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6 Por ques

As pessoas tem o costume de se eximir de suas responsabilidades e acabam culpando os outros pelas suas falhas. Essa característica, além de ser indesejável, é perigosa.

A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser!

Lobão

O problema é que ao culparmos os outros pelos nossos defeitos, acabamos achando que não podemos fazer nada pra solucioná-los.

Para resolver isso, utilizo o método dos “6 Por ques”: Identifique um problema e se pergunte o porque dele, e o porque de suas respostas por 6 vezes (a maioria das vezes a resposta vem em menos). O importante é ser sincero.

Problema: Eu chego atrasado no trabalho.

Por que 1: Porque pego muito trânsito. (Resposta mais cômoda culpando outra pessoa)

Por que 2: Porque saio de casa num horário péssimo e geralmente atrasado.

Por que 3: Porque gosto de dormir até tarde.

Por que 4: Porque vou dormir muito tarde.

Por que 5: Porque tenho muita coisa para fazer em casa.

Por que 6: Porque trabalho nas minhas idéias, freelance, tenho que arrumar minha bagunça, tenho um cachorro que precisa passear, vou a academia e preciso de um tempo pra me distrair.

Analisando a resposta:

Eu chego tarde no trabalho porque trabalho nas minhas idéias, freelances, tenho que arrumar minha bagunça, tenho um cachorro que precisa passear, vou a academia e preciso de um tempo pra me distrair.

Solucionando o problema

Fica claro que o problema não é o trânsito, mas os meus hábitos. O problema básico aqui é ter muita coisa pra fazer em pouco tempo. Talvez eu tenha que fazer menos freelances, trabalhar em menos idéias, ser menos bagunceiro, me livrar do cachorro (que está sendo considerado fonte de problema e não de diversão), ficar menos na academia, e reduzir o tempo de diversão e trânsito. Uma agenda de horários já serviria para resolver esse problema.

Algo do tipo:

17:00 – 18:00 = Dirigir até a academia perto de casa (o trânsito nesse horário é melhor do que das 18:00 as 20:00)
18:00 – 19:00 = Academia
19:00 – 19:30 = Voltar pra casa e passear com o cachorro
19:30 – 20:00 = Banho
20:00 – 20:30 = Jantar
20:30 – 21:30 = Idéias e freelances
21:30 – 22:30 = Tempo pra mim e arrumar bagunça se necessário (primeiro a obrigação e depois a diversão)

Iria dormir umas 23:00 e não seria tão difícil acordar as 06:00. Lógico que esse plano deve levar em conta que eu não serei MUITO bagunceiro 😀 Mas se eu o for, estarei perdendo meu tempo de diversão.

É bem mais fácil estipular e seguir uma agenda do que arrumar o trânsito de São Paulo. A solução do problema sempre esteve em minhas mãos.

Tentem fazer isso com os seus problemas

Fonte: Minha cabeça e um post muito antigo do site www.iwillteachyoutoberich.com/

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Barreiras

Nossa, faz quase um mês que não consigo parar para atualizar esse blog. Mudei de trabalho, comprei um Playstation 3, estava treinando hockey e voltei a tocar bateria… em resumo: Estava com outras prioridades. Mas vamos ao que interessa:

Esse post faz parte de uma série de posts que vou elaborar sobre os nossos vícios e como superá-los (ou usá-los a nosso favor). Além disso é obrigatória recomendo a leitura do post sobre a identificação de problemas com o método dos “6 Por ques“.

O que é uma barreira?

Segundo o pai dos burros dicionário:

subst f barreira [bɐ’ʀɐjrɐ]

1 construção que impede o acesso
   A polícia montou uma barreira.
2 obstáculo
   Ele corre saltando barreiras.

Barreira é algo que te impede de seguir seu curso natural. Em nossa vida utilizamos barreiras todo o tempo: “Não posso estudar porque tenho filhos”, “Queria fazer exercícios, mas a academia é longe” e geralmente utilizamos as barreiras de modo improdutivo, impedindo que façamos algo bom no longo prazo e que permaneçamos em nossa zona de conforto.

Usando a barreira a seu favor

A barreira por si só, não é algo ruim. Ela pode nos impedir de continuar um mal hábito e pode nos tirar de nossa zona de conforto.

A arte é identificar as barreiras ruins e removê-las, bem como criar barreiras boas.

Quando eu era criança, era proíbido ver TV por mais de 2 horas. Esta foi uma barreira que minha mãe impôs para que eu pudesse disfrutar de outras atividades na minha infância. E este é um dos exemplos mais fáceis de visualizar.

Após um tempo, na adolescência, eu me apaixonei fiquei afim de uma garota na escola, mas eu me achava pouco caminhão para toda aquela areia e nunca fiz nada (eu até fiz, mas demorei pacas). Eu criei uma barreira psicológica que me impedia de falar com a garota por me achar um bosta não me achar bom o suficiente.

Após utilizar o método dos 6 Por ques e identificar o raiz do problema, tente colocar uma barreira para impedir que esse problema persista. E tente verificar se as barreiras que você tem hoje, realmente são barreiras ou é só comodismo.

Ao invés de comprar um monte de bolachas, salgadinhos, biscoitos, macarrões instantâneos, refrigerantes, pizzas e lasanhas no mercado, compre filet de frango, cenoura, beterraba, arroz e sucos. Quando você chegar do trabalho e ver que não tem as guloseimas, vai acabar comendo melhor e melhorando sua saúde… sempre que você quiser comer uma besteira fora do horário permitido(fim de semana), vai lembrar que vai ter que por uma roupa descente, sair de casa e ir até o mercado comprar as coisas. Na sexta, você passa no mercado e compra as bobagens do fim de semana.

Uma barreira que eu uso é, para evitar as compras por impulso, deixar o talão de cheque e os cartões em casa. Quando bate aquela vontade de “Eu preciso e mereço isso!”, eu tenho que ir até em casa, pegar o talão, normalmente dormir, e só no outro dia efetuar a compra… e geralmente eu acabo não comprando.

E você, tem alguma barreira interessante? Deixe sugestões nos comentários.

Fonte: Post do Ramit no site GetRichSlowly

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