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Em minha última aula de redação fui apresentado a uma prova do IBMEC 2009 com um tema super atual: Política. Desenvolvi o raciocínio baseado em nossas opções para presidência e em como nossas eleições estão banalizadas. Não estou tomando partido nenhum até porque, na minha opinião, todos os candidatos estão forçando a barra.

O título deveria ser Transcendendo os limites da vulgaridade e o seguinte texto servia para nos dar uma base:

Se for ao parlamento, posso ocupar a tribuna?

– Podes e deves; é um modo de convocar a atenção pública. Quanto à matéria dos discursos, tens à escolha: – ou os negócios miúdos, ou a metafísica política, mas prefere a metafísica.

Os negócios miúdos, força é confessá-lo, não desdizem daquela chateza de bom-tom, própria de um medalhão acabado; mas, se puderes, adota a metafísica; – é mais fácil e mais atraente. Supõe que desejas saber por que motivo a 7ª companhia de infantaria foi transferida de Uruguaiana para Canguçu; serás ouvido tão-somente pelo ministro da guerra, que te explicará em dez minutos as razões desse ato.

Não assim a metafísica. Um discurso de metafísica política apaixona naturalmente os partidos e o público, chama os apartes e as respostas. E depois não obriga a pensar e descobrir. Nesse ramo dos conhecimentos humanos tudo está achado, formulado, rotulado, encaixotado; é só prover os alforjes da memória. Em todo caso, não transcendas nunca os limites de uma invejável vulgaridade.

(Teoria do Medalhão, de Machado de Assis)

Agora o texto: Transcendendo os limites da vulgaridade

Semana passada, na cidade de Palmas do Arapiraca, um sujeito aparentemente simples, de linguajar chulo e com roupas de segunda discursava na praça central: “Nóis devemo trabalhá pra evoluí. Existem probrema do povo qui tem que sê resolvidu e é pra issu que a gente vai governa issu aqui. Por vocêis”. Esse “sujeito simples” chama-se Tião ou, para os íntimos, Pedro Albuquerque de Almeirda, mega empresário, 50 anos, advogado formado no exterior e casado com a filha do atual governador.

Durante uma hora de falatório, Tião conseguiu não dizer nada concreto, mas captou a atenção e o carinho do povo que se identificou com a mediocridade e “simpleza” daquele ser. Pedro, homem sábio, sabia o que o distanciava de seu público e então criou um personagem para transpor este obstáculo: Tião.

A platéia, muito mais Tião do que Pedro, entrega-se em aplausos àquela imagem: “Ele é comu nóis” gritava Zé, comovido com aquele texto decorado que não levava a lugar algum.

Como votar em alguém que mente até sobre sua personalidade? Por que escolher um candidato apenas por se identificar com sua imagem para governar a cidade?

Em uma sociedade medíocre, na qual a novela é mais importante do que a escola e que a cultura é colocada de lado, brindamos a ignorância esperando que esta resolva alguma coisa. Apenas com muito investimento em educação e cultura é que, a longo prazo, Tiões não mais conseguirão manipular as massas. Mas será que os Pedros irão deixar?

Pede pra sair!!!

Lendo blog do Ricardo Jordão deparei-me com o seguinte artigo: Eu não dou conta do recado. O que eu faço?. E parei pra pensar no meu blog. Meus textos sempre incentivam as pessoas a perseguirem seus sonhos e olhando para as minhas metas, percebi que alguns objetivos são conflitantes. Pior, tem coisas que não conseguirei fazer. Mas quando é a hora de desistir? Quanto esforço desprender para atingir um objetivo? Quando é hora de parar?

O fato é que apesar de termos diversos objetivos, devemos ter prioridades e perceber o que é realmente um sonho e o que é apenas um capricho. Existem mudanças que não tem futuro/sentido e objetivos que em algumas circunstâncias se tornam quase  inalcançáveis (nada é impossível). Tudo é uma questão econômica, o bom e velho custo x benefício. Qual o preço a pagar para realizar um sonho? Abandonar a família? Deixar de realizar outros sonhos? Perder sua própria identidade? (viu Dilma LULA Rousseff, JoZÉ Serra e GERALDO Alckmin)

Quem me conhece sabe que atualmente estou fazendo cursinho para prestar Direito, coisa que desejo desde 2002, e em meus devaneios cogitei a possibilidade de tornar-me um magistrado (Juiz). Acontece que para realizar esse sonho tenho que me dedicar por, no mínimo, 8 anos MAS o meu maior objetivo é conquistar minha independência financeira antes dos 45 (em 17 anos).  Pergunta: Vale a pena me preparar 8 anos para uma carreira que posso “abandonar” pouco tempo depois? Tempo é o meu recurso mais limitado, será que eu não poderia utilizar esse tempo para fazer aulas de teatro, dança ou música?

Outro problema encontrado é quando somos bons em uma coisa e queremos outra que somos péssimos.  Mais uma vez, me usando como exemplo, sou um bom baterista, toquei muito tempo nas noites paulistanas, mas por algum motivo (carregar 100kg de equipamento, ser o primeiro a chegar e o último a sair, barulho excessivo…) resolvi que quero tocar violão, e estou tentando isso sem sucesso a mais de um ano. Não seria melhor voltar a tocar bateria e me tornar um baterista top do que insistir em ser alguém medíocre (na média) no violão?

No primeiro caso, resolvi fazer o cursinho (estou adorando relembrar dos logs, platelmintos, revoluções, Sargentos de Milícias, cossenos…) e tentar passar na USP aproveitando o que eu considero ser meu auge intelectual, garantindo assim uma vaga na faculdade que eu quero.

Sobre o violão, eu me divirto aprendendo a tocar, volta e meia alguma música sai aceitável. E cada dia estou melhor. Não sei se conseguirei superar o Billie Joe, Joe Perry ou o Slash. No dia que isso começar a atrapalhar minha vida eu penso (procrastinação).

Um sonho que tive que deixar de lado  foram minhas empresas. Como quase me casei, tive que conquistar uma vida mais estável, ao custo do meu espirito empreendedor se remoendo dentro de mim. Algum dia eu retorno a essa jornada.

Obstáculo é aquilo que vemos quando desviamos nossos olhos de nossos objetivos – Henry Ford

Mas e vocês, já abriram mão de muitas coisas? Estão insistindo em mudanças sem futuro?

2000 visitas

É com muita alegria que comunico a todos os meus visitantes que após 7 meses este humilde blog chegou a 2000 visitas!!!!

Caramba, comecei isso aqui como uma maneira de me comunicar com o meu sobrinho, divulgar minhas idéias… Vocês tem idéia de como é legal, ter um blog só com 14 artigos e 2000 visitas? São 142,8571428571429 visitas por artigo!!

Meus pais

Após publicar o meu obituário, vários amigos vieram perguntar se eu iria me suicidar. Este é um dos posts mais visitados do blog e um dos mais controversos. Uns amam, outros querem que eu o apague. Mas voltando ao tópico, ver a emoção dos meus pais ao lerem ele foi algo foda demais.

Meu idolo me “escuta”

Sempre me interessei muito sobre os textos do Fabrício Peruzzo no Moeda Corrente e no Papo de Homem (ele é o Dr. Money). Certo dia, enquanto estava escrevendo um artigo, começo a receber comentários dele! E o melhor é que ele estava gostando do que eu escrevia… Só com isso, eu já tinha ganho o dia, mas foi ainda melhor: No site dele, ele me relacionou entre as pessoas que ele “escuta” e eu estou entre nada menos do que Abílio Diniz e Bill Gates.

Uma nova inspiração

De repente recebo um email de um amigo com um texto de um tal de Diogo Guedes: Amei, tudo haver com esse blog, tanto que hoje, acompanho o blog dele bem de perto. Além disso, os comentários dele nesse blog são de extrema importância e relevância. Tanto que o convidei para escrever um post para o PPDOM. Ele aceitou e escreveu: Declaração de Missão – O Significado.

O “Cara” do Blog

No dia 10 de julho fui ao aniversário de um amigo, ao ser apresentado à algumas pessoas elas disseram:

– Nossa! Você é o Aron do Blog? Meu, adoro o que você escreve…

Nem preciso dizer que fiqui com sorriso de orelha a orelha não é?

Até hoje, são vários os emails de pessoas que eu nem tenho idéia de quem sejam e que gostam do que eu escrevo. Fico MUITO feliz com isso.

Muito obrigado a todos os leitores desse blog! Vocês são SHOW!

É com imenso prazer que público aqui um texto de Diogo Guedes, do blog A Semente e o seu Desenvolvimento. Ele é um comentarista assíduo desse blog e tem uma visão muito boa sobre planejamento. Segue o texto na integra.”

Em Junho de 2009 tive a oportunidade de assistir no Brasil a um Seminário do Deepak Chopra, The Soul of Leadership (A Alma da Liderança), no qual ele nos falou sobre a importância de termos uma Declaração de Missão (um Objetivo de Vida).

A Declaração de Missão é mais do que uma poderosa ferramenta para atingir objetivos, é conhecer mais de si mesmo. De forma a nos propiciar entender o real motivo de estarmos aqui (que não é definitivamente acumular bens materiais). Ele comentou sobre algumas características dessa Declaração, sendo uma frase onde estejam expressas suas aspirações, visões e escolhas a respeito da vida. Essa deve ser simples e concisa. A qual até uma criança seja capaz de entendê-la, além de poder ser declarada até mesmo durante o seu sono.

Muito tempo depois eu fui refletir novamente sobre essa Declaração, isso havia ficado em segundo plano, pois, eu havia aprendido muito naquele dia e precisava de tempo para absorver tanto conhecimento (tolice da nossa mente, em achar que temos alguma limitação de tempo e quantidade para apreender algo, em um nível mais profundo tudo sabemos, estamos apenas relembrando). Como num processo inverso primeiramente eu criei minha Declaração de Missão, e depois eu comecei a observar as consequências benéficas implícitas que ela me trouxe.

À partir do momento que temos que realizar algo tão importante e profundo, temos que parar e analisar absolutamente tudo a nossa volta e em nós mesmos, os acontecimentos do passado, os sentimentos envolvidos, tudo o que está ocorrendo no presente e o mais importante, o que queremos do futuro. Ao terminar minha frase de Declaração, eu percebi muito do que estou fazendo de errado em atitudes, pensamentos, onde estou focando meu tempo, quais os pilares estão sustentando minha motivação diária, quais sentimentos eu estou escolhendo sentir…

Quando declaramos nossa missão, de certa forma assumimos um compromisso com nós mesmos, uma espécie de lembrete positivo que nos puxa para algo maior. Algo que escolhemos ser e viver que nos trará felicidade. É interessante esse processo, onde dedicamos tempo ao nosso verdadeiro Eu, e todo tempo que dedicamos em nos conhecer, melhorar e evoluir é um tempo bem aplicado.

Não importa o quão difícil ou distante estejamos da nossa Declaração de Missão, quando eu criei a minha eu fiquei envergonhado em publicar, pois, parecia algo tão nobre, tão indigno de alguém como eu desejar, tão prepotente, algo que somente pessoas iluminadas podem desejar, além do medo da responsabilidade (eu sabia que as coisas começariam a acontecer para que o desejo tomasse vida). Entretanto, eu me lembrei que tenho o direito de sonhar, desejar e ousar o que eu quiser, os erros do meu passado não podem me impedir de transformar meu presente e o meu futuro.

Minha Declaração de Missão (eu me permito mudar de idéia – risos): Ser um grande Comunicador, onde através das minhas ações, palavras, conhecimento, imaginação e amor eu toque as pessoas para trazer a tona o melhor de cada um.

Diferentemente de uma meta a ser “batida”, nossa Declaração de Missão é algo constante que evolui e flui em direção a Fonte (Deus), viver nela é felicidade incondicional. Metas são interessantes para gerar indicadores de sucesso, todavia, quando falamos do nosso Objetivo de Vida as coisas são diferentes, mais profundas, significativas, valorosas e muito mais interessantes. Tentar mensurar e quantificar sentimentos como a felicidade e amor são perda de tempo, quando tentamos fazê-lo temos implícitos nessa ação medo, insegurança, comparação, aceitação, indícios de que o Ego está agindo mais do que deveria.

Rever nossa Declaração de Missão é voltar aos eixos, pode ser um balde de água fria (quando notamos que estamos fazendo “tudo errado”), água revigorante (quando nos sentimos cansados pelo bom combate), fluxo de água (quando precisamos entender o quanto os problemas que temos atualmente são pequenos e passageiros), água fresca (quando precisamos de inspiração e força para continuar), são inúmeras as formas de aprendizado que ela pode assumir, individualizadas a cada um para se adequar ao que o momento requer.

Atualmente quando leio a minha Declaração, eu vejo que somente em alguns momentos eu sigo em direção a ela, são muitos tropeços e quedas, consequências das minhas atitudes, mas, então eu me recordo que não é o mergulho em um “mar de lama” que mata alguém asfixiado, e sim permanecer lá embaixo.

Por vezes perguntamos aos nossos corações o que fazer, qual o caminho correto? E não escutamos a resposta pela turbulência da nossa mente. Nesse momento temos nossa Declaração de Missão, que irá nos indicar qual o Caminho de Luz que devemos seguir, como transpor e apreender cada lição. Crie com amor sua Declaração de Missão, e permita que o Universo se encarregue dos detalhes e do caminho até ela.

“Quem começa uma jornada, está um passo mais próximo do destino” – Desconhecido

Diogo Guedes “

Nada

O Nada, não é inocente, ele carrega grandes riscos potenciais.

Existe um custo de oportunidade em cada coisa que você pode fazer, incluindo o Nada. Aliás, fazer nada é o risco mais alto e traiçoeiro que você pode ter, porque ele é invisível…. Invisível, mas é calculável.

Vamos supor por exemplo que você queira conversar com a “mulher da sua vida”, ou não. Você pode não fazer nada, e continuar sem ela, ou você pode agir… Ir falar com ela, bater um papo e descobrir que ela não é mais a mulher da sua vida. Mas algo acontece nesse ponto. Se você agir, tem 50% de conseguir algo contra 50% de quebrar a cara. Ficando sem fazer nada, você perdeu MUITO (100% de perda) tá certo vocè preservou um pouco do seu auto-respeito e amor próprio, mas homem não tem essas coisas, você perdeu uma boa conversa, informação, experiência e quem sabe, A SUA MUSA INSPIRADORA.

Numericamente falando, se você tivesse 10000 reais a um ano, teria várias maneiras de aplicar esse dinheiro. Bolsa de valores, poupança, CDB, imóveis, consórcio… vamos analisar:

Se você investisse 10000, 12 meses atrás: (*tudo baseado nos últimos 12 meses)

Nada(0%a.m.): 10000
Inflação(0,37%a.m.): 10420
Poupança(0,54%a.m.): 10610
CDB(0,73%a.m.): 10833
Bovespa(2,13%a.m.): 12609

Por baixo, se você não fizer nada, não significa que você ficou no 0 a 0. A inflação comeu 420 reais de você. O fato é, se você tivesse tomado o pior caminho no cenário acima, que seria investir na poupança, vc passaria de -420 para +190.

Agora na parte de metas, como já dizia Cazuza, “O Tempo Não Para”, cada dia que você ficou parado, é um dia a menos para atingir seus objetivos. Se você não correr atrás dos seus objetivos hoje, eles irão continuar distantes de você. Este ano, eu quero tirar uma certificação. Se eu não estudar 30 páginas por dia até o dia da prova, terei que estudar 600 páginas em uma semana. Será que eu consigo?

O importante é arriscar, assumir os riscos e as conseqüências, mas fazer. Só acerta quem tenta.

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe… Oscar Wilde

Por ser da área de TI, eu tive uma matéria chamada “Inteligência Artificial”, que consiste basicamente em fazer um programa que funciona como um… cachorro, ou seja, baseado em reforço positivo e negativo. Os reforços funcionam com cachorros, com computadores e com seres humanos.

Mas o que são os reforços? O reforço positivo, seria a recompensa, e o reforço negativo seria o castigo. Ao adestrarmos um cachorro usamos isso quando damos um petisco ao ele dar a patinha (recompensa) e quando queremos esganar o filha da puta aquele ser tão dócil que fez xixi em cima da nossa cama. As crianças também passam muito por isso, quando queimam a mão no fogão (apesar da mãe avisar que queima), quando tiram um 10 e ganham um brinquedo dos pais… Os reforços estão ai: Multas, promoções no emprego, leis, dores, reconhecimento,  punições, comemorações, viagens.

Então, você já deve ter percebido o porque que eu estou falando disso certo? Tudo que eu passo para os leitores do blog está ligado com adaptabilidade. O ambiente está ai, as barreiras, os reforços, o medo, e cabe a nós, usarmos o ambiente de maneira que este, nos ajude a alcançar o nosso objetivo.

A esta altura do campeonato, você já deve ter seus objetivos bem definidos. Portanto, para cada passo dado, cada item que você conseguir completar, permita-se um agrado. Óbvio que isto tem que ser moderado, Se sua meta é economizar R$ 5000,00 não vá se dar um presente de R$10000,00 depois, você não estará sendo razoável. Algumas mulheres (mãe. irmã, ex…), tem a mania de fazer regime e no sábado, por terem perdido 100 gramas, se dão de presente um monte de sobremesas! O ideal até, é que sua recompensa não esteja ligada com o seu esforço (Ganhar promoçao e se dar uma viagem, emagrecer e comprar um video-game).

Da mesma maneira, você pode se castigar (não é pra você ficar se açoitando) tirando coisas que você gosta de fazer enquanto você não atingir os objetivos. Eu sou muito fã de cervejas, mas fiquei um tempo sem tomá-las até conseguir passar num teste para o qual eu estava estudando.

Os reforços exigem disciplina, mas são uma maneira muito eficiente de se ater aos seus objetivos. Com suas metas definidas, estabeleça um  reforço positivo e um negativo para cada uma delas.

Novamente, meus exemplos pessoais: Este ano, quero estar com 25% do meu apartamento quitado. Como reforço positivo, após essa meta, me permitirei trocar de carro, mas enquanto não conseguir, não posso comprar nenhuma outra coisa, salvo emergências (roupa para algum casamento). Com isso, eu quero atingir essa meta, para poder trocar de carro, e também eu quero me livrar desta meta para poder comprar meus gadgets (brinquedinhos hitech).

GO FOR IT!

Vencer os outros não chega a ser uma grande vitória. Vitorioso é aquele que consegue vencer a si mesmo, o que é muito mais difícil.
Ela requer mais coragem, mais disciplina e mais decisão.O simples fato de tentar de novo já será sua primeira vitória. Autor desconhecido

Esta semana, depois de muito tempo, encontrei o último livro que faltava para a minha coleção. Trata-se do Nono Livro da série “Primores do Conto Universal” compilada por Jacob Penteado em 1962, e portanto, não tão fácil de encontrar “numa livraria perto de sua casa”. Por serem livros velhos, só é possível encontrá-los em Sebos, sim, infelizmente são livros amarelados, surrados e gastos, mas o conteúdo destes livros é atemporal, o conhecimento que eles armazenam é inestimável e são livros que valem a pena de serem lidos e relidos eternamente. Nesse último livro (Contos Russos), é possível encontrar passagens como esta:

A derrota é conseqüência natural da tentativa, o sucesso leva tempo e um esforço prolongado frente a obstáculos inesperados que eventualmente aparecem pela frente. Pensar que as coisas serão de outra maneira, não  importa o que você faça, é convidar a si mesmo a se sentir frustrado, e limitar o seu entusiasmo em tentar novamente. Tolstoi.

Para quem não conhece, a série é composta por estes 9 livros:

1. Primores do Conto Universal, Contos Alemães
2. Primores do Conto Universal, Contos Brasileiros
3. Primores do Conto Universal, Contos Espanhois
4. Primores do Conto Universal, Contos Franceses
5. Primores do Conto Universal, Contos Ingleses
6. Primores do Conto Universal, Contos Italianos
7. Primores do Conto Universal, Contos Norte-Americanos
8. Primores do Conto Universal, Contos Portugueses
9. Primores do Conto Universal, Contos Russos

Infelizmente, não existe uma série para Contos Orientais, onde poderíamos encontrar algo do tipo:

Desenvolver força, coragem e paz interior demanda tempo. Não espere resultados rápidos e imediatos, sob o pretexto de que decidiu mudar. Cada ação que você executa permite que essa decisão se torne efetiva dentro de seu coração. – Dalai Lama